
Pesquisar no blog
terça-feira, 25 de março de 2014
Quaresma: Confia em Jesus

sexta-feira, 14 de março de 2014
Como fazer o jejum prescrito pela Igreja - Prof. Felipe Aquino
Quaresma: 'Tempo forte de fé na vida da Igreja'

Ela nos prepara para a celebração da Páscoa, a principal festa litúrgica cristã, pois nela se celebra a ressurreição de Cristo.
O Missionário Redentorista, padre Ferdinando Mancílio, explica que deste modo se tem o prolongamento quaresmal que é o Tempo Pascal.
“Historicamente o Tempo da Quaresma intervém três elementos fundamentais, a preparação dos catecúmenos para o batismo na vigília pascal, a reconciliação dos penitentes públicos para viverem com a Comunidade e a preparação de toda a Comunidade para a grande festa da Páscoa”, afirmou.
A Quaresma carrega a conversão tão necessária para todos nós. A certeza da vida em Cristo, Ele ressuscitado dos mortos é a grande força para todos os que nele creem.
“Por isso, a Quaresma é liturgicamente batismal. Deste mesmo sentido decorrem a penitência e os jejuns, ou seja, voltados para a conversão pessoal e comunitária”, acrescentou padre Ferdinando.
De acordo com o Missionário Redentorista, a reforma conciliar – SC 109 – 110 nos faz entender que a Quaresma é: um tempo de renovação, de retiro, de conversão, tempo forte de fé na vida da Igreja, na vida dos cristãos e de todas as Comunidades eclesiais, momento em que voltamos nossa atenção ao mistério pascal, à passagem do mundo para o Pai, reunimo-nos nos grupos ou em Comunidade para meditar a Palavra e tomar iniciativas favoráveis à vida.
“Esse tempo favorável da graça divina nos desperta para revisar nossa vida e nossos propósitos libertadores, como também nossa ação pastoral. Quaresma é tempo propício para mudar a vida da gente”, concluiu.
Quaresma: 'Se não fizerdes penitência, todos perecereis'
felipeaquino@cancaonova.com
terça-feira, 11 de março de 2014
quarta-feira, 5 de março de 2014
O que é a quaresma?

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Vivenciando a Quaresma
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Vivendo uma Verdadeira Quaresma
“Por que você é muito importante.”
“Pois coma comigo.” E deu a colher.
“........"
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Papa: 'Quaresma é o momento de tornar mais forte a nossa relação com Deus'
Redação A12
O papa Bento XVI ajudou os fiéis a refletirem sobre a quaresma durante sua oração mariana do Angelus deste domingo (26).
“Nesse primeiro domingo de Quaresma, encontramos Jesus que, depois de ter recebido o batismo no rio Jordão por João Batista (cfr Mc 1,9), é submetido à tentação no deserto (cfr Ma 1, 12-13). A narração de São Marcos é concisa, priva de detalhes que lemos nos outros dois Evangelhos de Mateus e de Lucas. O deserto do qual se fala tem diversos significados. Pode indicar o estado de abandono e de solidão, o “lugar” da fraqueza do homem onde não há apoios e seguranças, onde a tentação se faz mais forte. Mas ele pode indicar também um lugar de refúgio e de abrigo, como o foi para o povo de Israel fugido da escravidão egípcia, onde se pode experimentar, de modo especial, a presença de Deus.”
O Pontífice ressaltou que o tempo da Quaresma é o momento propício para renovar e tornar mais forte a nossa relação com Deus, através da oração cotidiana, dos gestos de penitência, das obras de caridade fraterna.
O Santo Padre ilustrou a afirmação repropondo o convite de Jesus, citado por Marcos: ‘convertam-se e creiam no Evangelho’.
Após sua reflexão, conduziu a oração mariana do Angelus, saudou os presentes nas suas diversas línguas e concedeu a todos a bênção apostólica.
Informações: Rádio Vaticano
(Fonte – www.a12.com)
domingo, 20 de março de 2011
Quaresma: a busca de um novo homem
Quaresma, período de penitência e preparação para a festa mais importante da fé cristã, a Páscoa. Embora seja um tempo penitencial, não é triste e depressivo, como muitos pensam. Trata-se de um tempo especial de purificação e de renovação da vida cristã para poder participar em plenitude e com mais alegria do mistério pascal de Cristo.
Durante quarenta dias somos convidados à experiência do deserto vivido por Jesus na tentação. O deserto, apesar de nos trazer a figura do sofrimento e da penúria, remete-nos à esperança de renascermos para uma vida nova, assim como o povo de Israel que, após a libertação da escravidão no Egito, chegou à Terra Prometida.
A Quaresma nos chama à renovação, conversão e “morte ao pecado”, para que possamos ressurgir para uma vida nova com Cristo na sua Páscoa. As cinzas, recebidas no início da Quaresma, são usadas como sinal desse arrependimento e luto pelo pecado. Dessa forma, reconhecemos que somos todos igualmente pecadores e pedimos ao Senhor a graça da conversão, a fim de mudar nossa vida pessoal e social.
A Igreja recomenda aos cristãos três principais obras de misericórdia que, de modo especial na Quaresma, devem ser praticadas frequentemente: a oração, para o recolhimento e proximidade com Deus; o jejum, renúncia alegre do supérfluo, como forma de ser solidário com aqueles que não têm o necessário; e a esmola, não de forma mesquinha de quem dá o que sobra, mas no sentido bíblico de ter amor e compaixão pelos excluídos e injustiçados. Esses gestos não podem fazer parte do nosso cotidiano como um mero costume ou formalismo, pois acabariam perdendo seu real significado, o de serem um método a serviço da vida, uma forma de possibilitar o encontro do homem consigo mesmo, com Deus e com os outros irmãos.
Como diz o documento “Sacrosanctum Concilium”, do Concílio Vaticano II, “a penitência do tempo quaresmal não seja somente interna e individual, mas também externa e social.” (SC, 110) Por isso a Igreja no Brasil organiza todos os anos, durante o tempo da Quaresma, desde 1964, a Campanha da Fraternidade que focaliza um aspecto de nossa vida em sociedade em que a fraternidade não está sendo vivida, a fim de que, como cristãos, possamos contribuir para que a humanidade alcance este objetivo. Este ano, ela tem como tema “Fraternidade e segurança pública” e como lema “A paz é fruto da justiça”.
Por ocasião da Quaresma, são retirados das celebrações litúrgicas os cantos de Glória e de Aleluia, que manifestam alegria e regozijo para dar lugar a um clima de maior recolhimento e penitência. Pelo mesmo motivo, o ambiente das igrejas requer sobriedade e despojamento não se usando flores nem outros enfeites para orná-lo.
A Quaresma é um tempo privilegiado para intensificar o caminho da própria conversão. Esse caminho supõe cooperar com a graça, para dar morte ao homem velho que atua em nós. Trata-se de romper com o pecado que habita em nossos corações, afastando-nos de tudo aquilo que nos separa do Plano de Deus e, por conseguinte, de nossa felicidade e realização pessoal.
Reflitamos a palavra de Cristo que nos diz: “Não se coloca vinho novo em odres velhos; do contrário, os odres se rompem, o vinho se derrama e os odres se perdem. Coloca-se, porém, o vinho novo em odres novos, e assim tanto um como outro se conservam.” (Mt 9, 17) Portanto, para que a Páscoa seja vivida com toda a sua riqueza espiritual, a Quaresma deve ser vista como um meio de conversão, uma proposta de caminhada em busca do nascimento de um homem novo.
Emanuel Costa Arantes é postulante da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos
(Fonte – Catequese Católica – catequisar.com.br)


