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quarta-feira, 9 de março de 2016

Dom Darci Nicioli é novo Bispo de Diamantina (MG)


CNBB

O Papa Francisco nomeou nesta quarta-feira, 9, dom Darci José Nicioli, C.SS.R, arcebispo metropolitano da arquidiocese de Diamantina (MG), transferindo-o da sede titular de “Tito” e do ofício de bispo auxiliar da arquidiocese de Aparecida (SP). Francisco acolheu o pedido de renúncia apresentado por dom João Bosco Oliver de Faria, em conformidade com o cân. 401 parágrafo 1º, do Código de Direito Canônico.

Natural de Jacutinga (MG), dom Darci nasceu em 1959. Foi ordenado sacerdote em 1986 e bispo, no dia 3 de fevereiro de 2013. No período de 2009 a 2013, exerceu função de superior e reitor do Santuário Nacional de Aparecida e vigário geral da província Redentorista de São Paulo (2013-2014).

É mestre em Teologia pelo Pontifício Ateneo St. Anselmo, de Roma. Tem como lema episcopal “Que a tua luz brilhe”. Durante a 53ª Assembleia Geral da CNBB, em abril de 2015, foi nomeado presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, para o quadriênio (2015-2019).

Chuva de Avivamento - Ministério Oráculo

 

Hoje a música do dia é a canção "Chuva de Avivamento" do Ministério Oráculo interpretada por Evandro Vieira. Vamos clamar uma chuva de avivamento pra nossa vida? Ouça essa linda canção e sinta-se tocado!



Chuva de Avivamento 
Letra e música: Evandro Vieira

Chuva, chuva de avivamento cairá
quando começarmos a orar 
o poder do alto descerá (2x)

Todos seremos renovados, 
povo regenerado, qual tamanha unção que virá (2x)

Chuva, chuva de avivamento cairá 
quando começarmos a orar 
o poder do alto descerá (2x)

Curas, milagres e prodígios
serão liberados pelo poderoso de Judá (2x)

Chuva, chuva de avivamento cairá 
quando começarmos a orar 
o poder do alto descerá (2x)

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Pe. Paulo Ricardo responde à questionamentos protestantes


Música do dia: Filho Estou Contigo com Aline Brasil e participação de Tony Allysson


A “música do dia” é mais um espaço aqui no blog Alma Missionária para divulgar a música católica e nossos cantores. 

Não desista, Deus está contigo. Confira e boa música!

Filho Estou Contigo – Aline Brasil

Me lançaram numa cova, palavras que eu ouvi
Dizendo que era o fim, que não havia esperança para mim
Eu quase acreditei
Eu quase desisti de tudo


Ouvi a voz de Deus me dizendo: Filho
Filho estou contigo (2x)
Segura a minha mão e vem comigo


Filho estou contigo (2x)
Na cova dos leões não te deixarei


Te conduzirei em vitória
Serei o socorro sempre perto
Filho estou contigo
Filho estou contigo até o fim

As dificuldades da vida - Pe. Fábio de Melo


Nada cai do céu, precisamos lutar para alcançar nossas conquistas e para que elas tenham valor. As dificuldades fazem parte da vida, e servem para nos fortalecer. Jesus em nenhum momento disse que nossa vida seria de facilidades, mas prometeu a força necessária para superarmos as dificuldades. E também não podemos nos fixar dos problemas, fazendo-o maior do que realmente é, precisamos nos fixar é na busca da solução, sem dar atenção aos pessimistas, o pessimismo só atrapalha. Diante de grandes desafios, mesmo quando há competição, como por exemplo em um exame vestibular, temos que ter a convicção da vitória. A forma de encarar estas situações influencia muito no resultado, por exemplo, não se pode dar atenção ao número de candidatos, pois a maioria não se prepara direito, são "pessoas mais ou menos". E o mesmo vale para outras situações.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

7 conselhos para ser um bom pai

São muitos os homens que gostariam de ser bons pais, mas não sabem o que é preciso fazer para conseguir isso e, ainda que hoje em dia haja muitas ferramentas para educar os filhos, nem sempre se tem o tempo ou o dinheiro necessários para adquiri-las.

O que fazer, então? 

Basta usar o método de aprendizagem mais antigo e simples que existe: aprender de Deus Pai, pois todo pai tem n´Ele não somente um modelo a seguir, mas também pode lhe pedir a graça de poder imitá-lo em suas qualidades paternas. Algumas delas são as seguintes: 

1. Ame incondicionalmente seus filhos 
 
Deus nos ama como somos, com todos os nossos defeitos, vícios e pecados -  o que não significa que Ele os aprove (Ele quer que os superemos), mas que nem por isso deixa de nos amar. Pais, peçam ao Pai que lhes comunique um amor incondicional aos seus filhos, para aceitá-los como são. 

2. Expresse seu amor aos seus filhos 
 
Ao longo da Bíblia, vemos que Deus sempre exprime seu amor por nós. Pais, peçam ao Pai que não lhes permita "dar por descontado" que seus filhos sabem que vocês os amam, mas que os inspire a dizer isso a eles e, sobretudo, a demonstrá-lo. 

3. Conheça bem seus filhos 
 
Jesus disse que o Pai sabe do que precisamos. Mas como Ele sabe? Porque está sempre prestando atenção em nós. Pais, peçam ao Pai que os livre de ignorar seus filhos e os ajude a dedicar mais tempo a conhecê-los e descobrir suas qualidades e defeitos, para, assim, incentivá-los a desenvolver os primeiros e dominar os segundos. 

4. Dê aos seus filhos apenas o que lhes convém 
 
São Tiago disse que não recebemos tudo o que pedimos porque pedimos mal (cf. Tiago 4, 3). Isso significa que Deus não nos dá aquilo que não nos convém. Pais, peçam ao Pai prudência e sabedoria para não ceder diante de todos os pedidos dos seus filhos, mas saber dar a cada um somente aquilo que contribuir para seu verdadeiro bem. 

5. Cultive a proximidade e a comunicação 

Jesus afirmou que, ainda que todos o abandonassem, Ele nunca estaria sozinho, porque o Pai estava com Ele (cf. João 16, 32). Pais, peçam ao Pai que os ajude a manter a proximidade, não só física, mas de comunicação com seus filhos, para conhecer suas alegrias, tristezas, dificuldades, projetos e amizades. 

6. Apoie seus filhos 
 
Em todo momento, Jesus se sentiu apoiado pelo seu Pai. Pais, peçam ao Pai que os livre de passar o tempo todo criticando seus filhos, jogando-lhes na cara o que fazem de errado; que os ilumine para saber incentivar seus filhos naquilo que eles fazem bem e para fazê-los sentir que vocês valorizam suas qualidades e estão orgulhosos deles. 

7. Conduza seus filhos ao bem
 
O Pai enviou Jesus ao mundo para nos trazer o maior bem possível: a salvação (cf. João 3, 16-17). Pais, peçam ao Pai a graça de compreender que sua maior vitória será ensinar seus filhos a dar-se, não só a receber; a servir os outros, não a ser servidos; a desfrutar a vida de maneira generosa, não egoísta, descobrindo a alegria de usar seus dons em benefícios de outros. 

Fonte: Desde la Fe/Aleteia.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Um convite para voltarmos nosso olhar a esta Mãe


As referências dos Evangelhos e do Atos dos Apóstolos a Maria, Mãe de Jesus, apesar de poucas, deixam ver muito desta privilegiada criatura, escolhida para tão alta missão. São Paulo, na Carta aos Gálatas (4,4), dá a entender claramente que, no pensamento divino de nos enviar o Seu Filho, quando os tempos estivessem maduros, uma Mulher era predestinada a no-Lo dar. Para que se compreenda a presença da Virgem Maria nesta predestinação divina, a Igreja, na festa de 8 de dezembro, aplica à Mãe de Deus aquilo que o livro dos Provérbios (8, 22) diz da sabedoria eterna: "Os abismos não existiam e eu já tinha sido concebida. Nem fontes das águas haviam brotado nem as montanhas se tinham solidificado e eu já fora gerada. Quando se firmavam os céus e se traçava a abóboda por sobre os abismos, lá eu estava junto dele e era seu encanto todos os dias". Era, pois, a predestinada nos planos divinos.

Para se perceber melhor o perfil materno de Nossa Senhora, três passagens bíblicas podem esclarecer isso. A primeira é a das Bodas de Caná, que realça a intercessora. Quando percebeu – o olhar feminino que tudo vê e tudo observa – estar faltando vinho, sussurra no ouvido do Filho sua preocupação e obtém, quase sem pedir, apenas sugerindo, o milagre da transformação da água em generoso vinho. Ela é, de fato, a mãe que se interessa pelos filhos de Deus que são seus filhos.

Outra passagem do Evangelho esclarecedora da personalidade de Maria é a que nos mostra seu silêncio e sua humildade. O anjo a encontra na quietude de sua casa, rezando, para dizer-lhe que fora escolhida por Deus para dar ao mundo o Emanuel, o Salvador. Ela se assusta com a mensagem celeste, porque, na sua humildade, nunca poderia ter pensado em ser escolhida do Altíssimo. Acolhe assim, por vontade divina, a palavra do mensageiro, silenciosamente, sem dizer, nem sequer ao noivo, José, o que nela se realizava. Deus tem o direito de escolher e por isso ela diz apenas o generoso "sim" que a tornou Mãe de Deus.

O terceiro traço de Maria-Mãe é sua corajosa atitude diante do sofrimento. Ao apresentar o seu Jesus no templo, ouve a assustadora profecia do velho Simeão: "Uma espada de dor transpassará a tua alma". Pouco mais tarde, estreitando ao peito o Menino Jesus, deve fugir para o Egito com o esposo, para que a crueldade de Herodes não atingisse a Criança que – pensava ele, Herodes – lhe poderia roubar o trono. Quando seu Filho tem doze anos, desencontra-se dele e, ao achá-Lo após três dias, queixa-se amorosamente: "Por que fizeste isto? Eu e teu pai te procurávamos, aflitos". Sua coragem se confirma na Paixão e Crucifixão de Jesus. De pé, ali no Calvário, sofre e associa-se ao sacrifício do Redentor. É a mulher forte, a mãe corajosa e firme, a quem a dor não derruba. De fato, a espada de Simeão lhe atravessara a alma e o coração. É a Senhora das Dores.

É um convite para voltarmos nosso olhar a esta Mãe querida para pedir-lhe que abra as mãos maternas em bênção de carinho sobre nossos passos nesta difícil escalada da Jerusalém celeste.

Uma história que não é contada nas escolas


Você conhece a história da Medalha Milagrosa?

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!

Pois bem, aconteceu em Paris, na Rua De Lubac, em 1830. Nossa Senhora apareceu a uma jovem freira- Santa Catarina de Labouré, que pertencia a Congregação fundada por São Vicente de Paulo. Santa Catarina já tinha recebido anteriormente alguns sinais de Nossa Senhora.

Eis que a Virgem lhe apareceu na Capela, sobre o globo terrestre e com as mãos estendidas de onde saíam raios luminosos. Nossa Senhora mesma disse que eram as graças que ela queria distribuir às pessoas.

Santa Catarina notou que alguns raios estavam apagados; Nossa Senhora lhe explicou que eram as graças que ela queria distribuir, mas que as pessoas não lhe pediam.


Nossa Senhora se fez circundar por uma oração escrita em letras de ouro: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós”, e mandou que Catarina fizesse cunhar esta imagem numa medalha, e prometeu que quem a usassem receberia dela muitas graças. Depois de algumas resistências, foram cunhadas 20 mil medalhas. Foram tantas graças recebidas pelas pessoas que a Medalha foi chamada de Medalha Milagrosa.

Uma peste terrível atingiu a França, e muitas pessoas morreram rapidamente: Os que usaram a Medalha não morreram!


É interessante lembrar que Nossa Senhora, veio dizer que Ela é Imaculada, concebida sem o pecado original. Este dogma foi proclamado solenemente pelo Papa Pio IX em 1854. E depois, em 1858, Nossa Senhora apareceu a Santa Bernadete de Soubirous, em Lourdes, e lhe disse:” “Je sui le Imaculee Concepcion” (Eu sou a Imaculada Conceição).

Um caso que ficou muito famoso foi o da conversão do grande judeu Afonso Ratisbona. Não era católico, mas era amigo de um francês que lhe deu uma Medalha Milagrosa. Ratisbona, mesmo sem aderir a fé, começou a usar a medalha milagrosa. No quarto dia, olhando para um quadro de Nossa Senhora, sentiu uma abrupta mudança no modo de pensar. Tornou-se cristão, pediu o batismo, e alguns meses depois entrou no seminário para se tornar sacerdote. Foi um grande sacerdote.

Nossa Senhora continua com os braços abertos e com as mãos estendidas. Vamos a Ela buscar as graças que tanto necessitamos!

Prof. Felipe Aquino

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Aprendendo a não parar nos erros

Ninguém traz em si uma bula descrevendo suas qualidades
A comunicação é a chave de todo relacionamento, mas dialogar com quem nos agrediu com palavras ou atos, muitas vezes, vai exigir de nós mais que um esforço. Podemos prevenir muitas situações desagradáveis quando nos abrimos às vias para a troca de ideias a fim de saber o que provocou feridas no outro. 

Vários motivos podem levar alguém a entrar numa discussão, e recorrer a atitudes como evitar o contato ignorando a presença da pessoa com quem convivemos – como se diz popularmente: “dar o gelo” – não será a maneira mais adequada de se resolver um impasse. Comportamentos como esses em nada contribuem para solucionar um problema; ao contrário, eles abrem precedentes para que as sementes de uma separação silenciosa germinem entre as pessoas. E sabemos que, desse afastamento, muitas outras coisas poderão minar o bom convívio. 

Aceitamos viver um relacionamento, porque acreditamos no comprometimento mútuo de fazer o sentimento que nos une perseverar ao longo de nossos dias. Ainda assim, seria um erro pensar que a pessoa com quem nos relacionamos seja perfeita. Ninguém traz consigo uma bula descrevendo suas qualidades, tampouco as suas “contraindicações”. Dentro do nosso convívio, invariavelmente, muitos de nós vamos nos confrontar com os efeitos “colaterais” da personalidade e do temperamento da outra pessoa. 

Podemos lembrar que, em situações anteriores, após uma briga, depois da “poeira assentada”, muitas vezes, reconhecemos que as causas da discórdia poderiam ter sido resolvidas de outra maneira. Entretanto, muitas pessoas, em razão do orgulho, desistem da reflexão, a qual pode ser o início de uma mudança para controlar sua impetuosidade, por exemplo; e optam por abandonar seus relacionamentos. Sem admitir as próprias atitudes, as quais podem não condizer com a realidade a que se propunham viver – seja nas palavras, seja nos gestos ou no comportamento –, culpam o outro. 

Desistir de manter o vínculo de amizade ou do compromisso com alguém em nada contribuirá para diminuir as dores daquele que se sentiu ofendido, tampouco poderá resolver a questão causadora do cisma do relacionamento. 

Não há uma fórmula perfeita para se evitar crises, mas adotar algumas atitudes, como o autocontrole, a paciência e a prudência, especialmente, no trato com as palavras, nos ajudarão a desenvolver a vivência da reconciliação necessária. 

Reconhecemos que as turbulências dentro das nossas convivências não acontecem de uma hora para outra e, antes de julgar e condenar uma situação ou uma pessoa pelos desentendimentos, melhor seria estudar o que teria originado o problema. Uma vez detectado, por que não assumir as possíveis adaptações para continuar a viver em harmonia quando nos sentirmos advertidos ou contestados em nossos conceitos? 

A resistência em dobrar-se às exigências daquilo que é novo somente nos fará cada vez mais vulneráveis a reincidir no mesmo erro num futuro próximo. 

É sempre bom considerar que um relacionamento não se faz somente em função de uma pessoa, mas entre você e o outro ou entre você e um grupo de pessoas que juntos se propõem a lutar para a eliminação das possíveis diferenças. E a maturidade em viver este compromisso está na capacidade de acreditar na mudança que o outro pode alcançar, mesmo diante das divergências de opiniões ou atitudes. 

A cada um de nós caberá se abrir às descobertas que os nossos convívios podem oferecer e acreditar em nossa capacidade de mudança e na dos outros também! 

Um abraço
Dado Moura

contato@dadomoura.com
(Fonte – Canção Nova)